domingo, abril 24, 2011

PERSONAGENS DE UMA SÉRIE QUE NUNCA SERÁ - JOÃO RICARDO


(Lisboa) Sempre achei a Madeira um sítio delicioso para se escreverem argumentos para  televisão, cinema ou teatro. Com o recente lançamento do livro Jardim, a grande fraude de Ribeiro Cardoso e enquanto percorro as páginas do livro proibido de ter, na Madeira, divirto-me a pensar nas personagens, se a história das últimas décadas da Ilha onde nasci, fosse passada para a TV. O actor João Ricardo que atualmente pode ser visto nas noites da SIC, na co-produção com a TV Globo, Laços de Sangue, poderia incorporar Alberto João Jardim. A imagem foi retirada do sítio oficial da telenovela do primeiro canal de televisão privado português. Tenho tentado pensar que ator poderia ser Jaime Ramos? Alguém tem sugestões?

Se você é um leitor que apareceu nesta página por acaso e não sabe de que estou eu a falar talvez este artigo ajude a perceber.

sábado, abril 23, 2011

VIDA DE CÃO


(Lisboa) Mensagem encontrada numa das portas, numa rua lá perto da Praça das Flores, em Lisboa. São frequentes as histórias de vizinhos que não se suportam. Por aqui, onde vivo, há um cidadão que não paga condomínio porque não concorda com a atribuição dos lugares na garagem. Na mesma linha penso que posso deixar de pagar impostos porque não gosto deste Governo e estou à espera que saiam, apaguem a luz e fechem a porta. Nunca mais voltem é também o meu desejo. Esta é a imagem já antiga que tenho de Portugal. Um país onde cada um faz o que quer. Cada um, à sua maneira, preenche a sua vida com pequenas ilegalidades. Pequenas coisas só para tornar a sua vidinha um pouco mais fácil. São os estacionamentos em segunda fila, em cima do passeio, os espertos na faixa de BUS, as cunhas para os amigos passarem à frente, as burocracias enormes de cada vez que um de nós tem de contar com os serviços do Estado. Enfim, a merda do costume. Por isso acho que a entrada do FMI é um mal menor. Incapazes de tratar do nosso presente e futuro os lusos continuam reféns de receitas vindas de fora. Não acho mal. Se for para inverter um percurso suicida venha quem vier.

Já agora, eleitoralista é manter tolerâncias de ponto numa época destas.

quarta-feira, abril 20, 2011

FUNCHAL

FUNCHAL - AVENIDA ARRIAGA

(Lisboa) Esta fotografia tem um ano. Um ano que passou e para muitos foi um ano perdido. Para outros foi um ano ganho. De que lado é que o leitor está? Do lado daqueles que perderam ou daqueles que ganharam? Ganhar e perder é relativo.

terça-feira, abril 19, 2011

ILHÉU DO GORGULHO

FUNCHAL

(Lisboa) Enquanto lá fora, aqui em Lisboa, troveja e relampeja divirto os olhos com imagens de calor e céu azul. O cheiro e o barulho do mar é o que falta nesta imagem.

domingo, abril 17, 2011

PENHA DA ÁGUIA


(Lisboa) Penha da Águia, Concelho de Machico, Ilha da Madeira.

FUNCHAL


(Lisboa) Há dois anos era assim.

Por estes dias nos autocarros, no metro, nas ruas fala-se muito do país. Por isso é que o país está assim e  disto é que o país precisa são frases muito ouvidas. É positivo ver as pessoas preocupadas com aquilo que é seu e não só com o futebol ou com big brother da véspera. O país é nosso e só nós podemos fazer alguma coisa para mudá-lo.

segunda-feira, abril 04, 2011

LISBOA - REAL ESTATE

LISBOA - AVENIDA DA REPÚBLICA

(Lisboa) Esquina da Avenida da República com a Avenida de Berna, em Lisboa. Há uns dias falava-vos de musgo urbano. Este edifício não é musgo urbano. É um palacete em bom estado, bem diferente da casa que mostrava no Funchal. O Google Maps assinala esta obra de arte como sendo a EMEL. O sítio da EMEL na internet não tem nenhuma morada na Avenida da República. Não encontro nenhum logo da EMEL visível na foto. Imagino que este edifício tenha muitas histórias para contar. A fotografia desta esquina de Paulo Carvalho Costa no Panoramio também não esclarece que edifício poderá ser este, a quem pertence ou pertenceu no passado. É bonito.

Cronologia
1908, 8 Julho - entrega nos serviços da CML do projecto, com pedido de autorização feito pela Companhia de Crédito Edificadora Portuguesa, para iniciar a obra em terreno de Amélia Augusta Pereira Leite; o projecto deve-se a Manuel Joaquim Norte Júnior (1878-1962); 1910 - conclusão do edifício, sendo construtor Manuel Pires; 1933 - moradia adquirida em hasta pública pelo Banco Nacional Ultramarino devido à falência da entidade proprietária, a casa bancária "Correia, Leite, Santos & Cª Lda."; 1937 - o edifício é arrendado para instalar os serviços da Inspecção Geral das Indústrias e Comércio Agrícolas (do Ministério da Agricultura); 1977, 29 Setembro - o edifício foi classificado como Valor Concelhio, publicado no decreto n.º 129, DR 226; década de 80, 2ª metade - saída dos serviços do Ministério da Agricultura, ficando o edifício devoluto; 1999 - sofre obras de recuperação.
in monumentos.pt

domingo, abril 03, 2011

TV BLOGUE - DANÇAS NOS CÉUS DA MADEIRA



(Lisboa) Isto é lindo. Eu não sou nada habilitado para falar sobre isto mas acho que os tipos arriscam um pouco nas danças que fazem bem perto das rochas. Para eles deve ser um risco muito bem calculado mas não deixa de impressionar.

sábado, abril 02, 2011

MUSGO URBANO


(Lisboa) Só olhamos para o que é novo, grande, vistoso. Mas nos recantos das nossas cidades espaços passam despercebidos para a maioria de nós. Espaços bem localizados mas que estão sem uso de momento.