
Construido pela Família Sforza no séc. XV. Só imagens por estes dias para alegrar o país sombrio das celebridades e do futebol. Andamos bem entretidos. Não resolvamos os nossos problemas não e já vamos ver o que nos acontece!

E mais uma vez o povo escolheu quem aparece na TV mais vezes como se quem aparecesse mais merecesse ficar. O povo habituado a programas de celebridades inúteis votou para Fátima ficar. Mas estas palavras não são desrespeitosas para a decisão democrática, são desrespeitosas sim para a justiça que permite a quem dela foge (não interessa se culpado ou inocente) candidatar-se a eleições. O povo não tem de saber se um candidato é honesto ou não, se tem contas a prestar com a justiça ou não. Só tem de decidir em quem votar. O povo não é um substituto da justiça nem pode fazer esse papel.
Valentim Loureiro ganhou Gondomar pela trigésima quinta vez como por estas terras é bem habitual. Com o seu estilo quero posso e mando conseguiu o cargo que queria e o partido que disse um dia amar quase desaparece do mapa. Por fim, no seu discurso de vitória ofendeu o líder do mesmo partido a que um dia pertenceu aliás como o fez repetidas vezes durante a campanha demonstrando o seu baixo nível e a sua mágoa. Ao mesmo tempo que olha para o seu partido revoltado pelo abandono tenta aproximar-se do PS elogiando José Sócrates num elogio barato e oportunista de quem sabe que sozinho não vai a lado nenhum. Ele de facto é o todo o poderoso lá de Gondomar e seria capaz de dizer qualquer disparate ontem, cheguei mesmo a pensar ia propor Gondomar independente ou então promover a futura República de Gondomar. Tudo ia nesse sentido ao dizer que quem manda em Gondomar são os Gondomarenses. Acontece Sr. Loureiro que Gondomar pertence a um país e não é um território isolado que luta sozinho. Enfim, aos poucos os caciques vão caindo e ontem caiu mais um. Daqui a uns tempos cai outro em Gondomar assim que lhe cortarem as imagens na televisão.
mesmos que vivem conturbadas relações com a justiça.